A demanda das canetas emagrecedoras devem pressionar a inflação médica e podem levar a reajustes mais altos nos planos de saúde empresariais. A expectativa, segundo especialistas, é que os custos médicos subam entre 8% e 11% este ano.
De acordo com a pesquisa da consultoria Willis Towers Watson, os gastos com medicamentos estão entre os principais fatores que puxam os custos de saúde nas Américas do Sul e do Norte, especialmente os remédios mais modernos para obesidade e diabetes.