O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, deu prazo de 15 dias para que o pastor Silas Malafaia se defenda de uma denúncia por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. O pedido foi apresentado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, a partir de uma representação feita pelo próprio general.
O caso envolve declarações de Malafaia durante uma manifestação, em abril do ano passado, na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo a PGR, o discurso ofendeu a dignidade e o decoro dos integrantes do Alto Comando do Exército, incluindo o comandante.
Malafaia afirma que não ofendeu Paiva porque não citou nomes e diz ser alvo de perseguição por parte de Moraes e Gonet.