O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na decisão, Moraes proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026 e suspendeu visitas em geral por 30 dias, com exceção de advogados e equipes de saúde.
O ministro também reforçou a proibição de divulgação de manifestações político-eleitorais e manteve a suspensão por 90 dias das visitas de Flávio ao pai. O filho do ex-presidente consta como advogado de Bolsonaro, mas foi impedido de fazer visitas após divulgar a carta intitulada “Carta aos brasileiros”, escrita pelo pai.
Moraes alertou que Bolsonaro poderá perder o benefício da prisão domiciliar em caso de novo descumprimento das restrições impostas pela Justiça.