A Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor da prisão domiciliar para o general da reserva Augusto Heleno, de 78 anos, preso por ordem do Supremo Tribunal Federal. O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional foi condenado a 21 anos de prisão por participar da trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022.
No exame de corpo de delito, o militar informou sofrer de Alzheimer desde 2018. Para a PGR, o quadro de saúde dele exige reavaliação da prisão. O caso será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes.