Nas escolas da Coreia do Norte, os alunos são ensinados a venerar a família Kim e passam a ser usados como instrumentos de vigilância, sendo incentivados a denunciar os próprios pais por qualquer sinal de fé em Jesus. O país obriga os cidadãos a demonstrarem devoção pública à família governante. Desde cedo, as crianças são ensinadas a se curvar diante dos retratos de Kim Il-sung e Kim Jong-il, exibidos obrigatoriamente em casas, escolas e locais de trabalho. Questionar ou rejeitar essa idolatria é considerado crime grave.
Em um regime que considera o Cristianismo uma ameaça e traição ao Estado, quando pessoas são encontradas com Bíblias, elas não são as únicas presas e enviadas para campos de trabalho forçado — seus familiares também costumam ser punidos em uma tentativa de “cortar a fé pela raiz”.