Em um manifesto público, a Frente Parlamentar Evangélica repudiou as declarações do escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, nas quais ele defendeu que evangélicos não deveriam participar do processo eleitoral. A bancada classificou as falas como ofensivas, discriminatórias e incompatíveis com os princípios democráticos. E destacou que ao questionar o direito ao voto de um grupo específico da população com base em sua fé, o escritor atinge milhões de brasileiros e coloca em xeque um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal.
A nota enfatiza que a Constituição garante igualdade de direitos a todos os cdadãos, sem qualquer distinção, assegurando a liberdade de crença, de pensamento e o direito ao voto.