Após permanecer mais de cinco anos detido sob acusações de terrorismo e sofrer graves episódios de tortura física, o bispo anglicano independente Jylman Red Jurado Farfán foi libertado pelo governo da Venezuela. A soltura ocorreu em uma ação que abrangeu dezenas de presos políticos.
O processo contra o líder religioso começou em 2021, após uma convocação baseada em falsos pretextos. Ele acabou denunciado por associação criminosa, conspiração e terrorismo sob a alegação de que suas funções religiosas ameaçavam a estabilidade do país. Os autos permaneceram em segredo de Justiça por cerca de dez meses e o julgamento acabou suspenso devido à falta de evidências substanciais por parte dos promotores após quase dois anos de audiências.