Após seis meses, o governo da Nicarágua libertou o pastor Rudy Palacios e seus familiares. Eles estavam detidos desde julho de 2025, quando policiais armados e pessoas mascaradas fizeram uma operação em várias residências ligadas à família do pastor, prendendo 20 pessoas que foram reconhecidas oficialmente como presos políticos. Apesar da libertação, organizações de direitos humanos afirmam que o pastor segue sob medidas de precaução, o que inclui restrições de circulação.
A soltura não tem sido considerada como encerramento do caso, já que a prisão foi injusta e o pastor ainda está limitado. Outros líderes religiosos continuam presos no país, por criticarem a repressão estatal.