Na África, as igrejas se tornaram um grande apoio para o governo ao abrigar a população em meio à calamidade pública provocada pelas recentes inundações no sul do continente. Desde dezembro, as chuvas torrenciais mataram mais de 200 pessoas e desalojaram centenas de milhares. Com estradas destruídas e comunidades inteiras isoladas, as congregações locais na África do Sul, Moçambique e Zimbábue tornaram-se tábuas de salvação para as famílias deslocadas, oferecendo abrigo, comida e assistência pastoral.
De acordo com as autoridades, o número de mortos provavelmente vai aumentar à medida que as águas das enchentes recuarem e o acesso aos locais remotos melhorar.