Na Irlanda do Norte, a decisão do Conselho Municipal de Belfast de rejeitar temporariamente a proposta que limitava o volume de pregadores de rua a 70 decibéis, foi recebida com entusiasmo por cristãos e por organizações que defendem a liberdade religiosa. Para eles, a medida representava uma ameaça direta à liberdade de expressão religiosa e à tradição histórica de evangelismo em espaços públicos no país.
A justificativa oficial era reduzir a poluição sonora no centro da cidade, mas críticos apontaram que a norma seria seletiva, atingindo principalmente pregadores e ativistas pró-vida, enquanto outras atividades barulhentas, como desfiles e protestos, permaneceriam isentas.