Em Nova York, um juiz federal emitiu uma ordem judicial temporária que bloqueia a aplicação de uma medida que força diversas congregações religiosas e ministérios católicos a indicar suicídio assistido a pacientes. A lei, que entraria em vigor em 5 de agosto, permitia que adultos considerados mentalmente competentes e com prognóstico de vida de até seis meses escolhessem o suicídio assistido.
Diversas ordens de freiras, que defendiam suas liberdades religiosas constitucionais, celebraram a decisão.