Um grupo de pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, recuperou 42 páginas que haviam desaparecido de um antigo manuscrito do Novo Testamento. Conhecido como Códice H e datado do século 6, o documento reúne as Cartas de Paulo. Ao longo dos séculos, o manuscrito foi desmontado e suas folhas passaram a ser reutilizadas na encadernação de outros livros, o que era uma prática comum na época. Como consequência, os fragmentos remanescentes ficaram espalhados por diferentes bibliotecas europeias.
Entre os fragmentos, foram identificadas correções, anotações nas margens, orações e até exercícios de escrita, indicando que o manuscrito não era apenas copiado, mas também amplamente utilizado por seus leitores.