*Atualizada às 13h
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado(28) ataques militares realizados em conjunto com Israel contra o Irã. O chefe da Casa Branca classificou a ofensiva como massiva e contínua e afirmou que a operação tem como objetivo defender o povo americano das ameaças do governo iraniano. Em vídeo publicado na rede Truth Social, Trump declarou que pretende destruir o arsenal de mísseis do país persa e impedir o avanço do programa nuclear de Teerã.
Em resposta à ação militar, o governo iraniano lançou mísseis contra território israelense, o que levou ao acionamento de sirenes de alerta em diversas cidades. O espaço aéreo do Irã foi fechado logo após os primeiros bombardeios. Há relatos de explosões e novos alertas de segurança em outras nações do Oriente Médio, como Catar, Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Autoridades internacionais avaliam que a operação pode se estender por vários dias.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou que funcionários não essenciais da embaixada americana em Jerusalém deixem Israel por causa do aumento dos riscos de segurança. O governo também orientou que cidadãos americanos e familiares considerem sair do país enquanto voos comerciais permanecem disponíveis. A medida foi adotada após as primeiras investidas militares registradas na manhã deste sábado, por volta das seis horas, no horário de Brasília.
As primeiras vítimas começaram a ser contabilizadas ao longo do dia. No Irã, uma escola foi atingida por um míssil e ao menos 57 estudantes morreram. Bases americanas instaladas no Oriente Médio também foram alvo de ataques. Em Abu Dhabi, um homem morreu após novos disparos. Informações indicam que aliados contrários ao regime iraniano tentam capturar o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, além do presidente Masoud Pezeshkian. O cenário amplia o risco de uma escalada militar de grandes proporções na região.