Na Austrália, a polícia declarou que os dois suspeitos pelo ataque a tiros durante uma celebração judaica são pai e filho. Sajid Akram, de 50 anos, foi morto pelas autoridades. Naveed Akram, de 24, foi ferido e está sob custódia em um hospital.
O atentado terrorista, neste domingo (15), deixou ao menos 16 mortos e 42 feridos. As vítimas têm entre 10 e 87 anos de idade. De acordo com o governo, mais de mil pessoas participavam da celebração, quando os dois suspeitos começaram a atirar. Dois explosivos caseiros foram encontrados no local e desativados pela polícia.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, compartilhou uma mensagem com a comunidade judaica lamentando o ocorrido e afirmou que país jamais se submeterá à “divisão, violência ou ódio”. Autoridades israelenses também reagiram com indignação ao ataque, muitos acusando o governo australiano de permitir um aumento do antissemitismo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou o atentado como inaceitável e prestou solidariedade às famílias das vítimas.
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