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Prefeitura do Rio anuncia volta de cinemas e teatros com 50% da capacidade

Crivella reafirmou que bares e restaurantes não poderão mais servir bebidas alcoólicas após 22 horas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Rio de Janeiro – Nesta sexta-feira (11) durante mais uma coletiva de imprensa no Riocentro, Barra da Tijuca, Zona Oeste, o prefeito Marcelo Crivella, anunciou novas medidas no plano de retomada de atividades no município. As novas regras para a fase 6A liberam o horário de funcionamento do comércio de rua, incluindo galerias e centros comerciais.

A partir de segunda-feira (14), cinemas, teatros e anfiteatros poderão voltar a funcionar, mas respeitando o limite de 50% de sua capacidade e com lugares marcados. Estão proibidos o consumo e a venda de bebidas e alimentos nestes estabelecimentos.

O plano de retomada ainda proíbe bares, lanchonetes e restaurantes de venderem bebidas alcoólicas para o consumo externo de clientes, a partir de 22h. A proibição também se aplica a ambulantes. As punições passam a ser mais rigorosas: o estabelecimento comercial que desobedecer às regras e promover aglomerações, o que inclui os quiosques, será interditado por sete dias, e não mais 24 horas. O valor da multa será de R$ 13 mil e, em caso de reincidência, dobrará para R$ 26 mil.

Outra iniciativa também para evitar aglomerações é a volta da proibição do estacionamento de carros na orla aos sábados, domingos e feriados. Ao anunciar as medidas, o prefeito frisou que todas foram tomadas em parceria com o Governo do Estado.

O prefeito Marcelo Crivella, em seu pronunciamento, voltou a falar sobre a ideia da prefeitura de permitir público limitado em estádios de futebol. Sem entrar em detalhes, ele afirmou que quer reabrir o Maracanã para que menos pessoas vá às praias. Crivella disse que conversa com os clubes para a reabertura, e citou que a ideia inicial é reabrir o Maracanã com 10 ou 12 mil pessoas, e que Flamengo e Fluminense pediram algumas semanas para avaliar os protocolos. Crivella admitiu ainda que a prefeitura não tem capacidade de fiscalizar todo o Rio e pediu “consciência” ao cidadão.

 

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